Leonardo e a mãe comemoram a cadeira doada pela FBT


Há um ano na lista de espera da FBT, aguardando por uma cadeira de rodas adaptadas para o pequeno Leonardo Guerino, 4 anos, a mãe Bruna Sereia Minozze Guerino estava muito feliz. Com residência em Indaiatuba (SP), ela gasta três horas dentro de transporte público, metrô e ônibus, para vir a São Paulo, onde o menino faz fisioterapia. Esse percurso era bastante sacrificante, segundo ela, por causa da falta de cadeira de rodas. “Quando uso o carrinho de bebê sofro preconceito, o motorista não quer parar na esquina da clínica, não abaixa a rampa do ônibus e as pessoas não dão lugar no transporte porque não acreditam que ele é uma criança especial", disse.

Leonardo, que nasceu prematuro, adquiriu infecção hospitalar, desenvolvendo Síndrome de West, microcefalia secundária e paralisia cerebral. Com poucos meses de vida, passou por seis cirurgias, permanecendo seis meses na UTI. Com o marido desempregado, Bruna não tinha condições de comprar a cadeira de rodas.

“Estou muito feliz. Este é um dia abençoado e não tenho palavras para agradecer à Cristina e à FBT”, disse. A cadeira de Leonardo foi comprada com os recursos da rifa de uma camiseta do Santos, autografada pelos jogadores, que Marcelo Faviere, irmão de Cristina, conseguiu. “Esta é segunda vez que a camiseta é rifada e o ganhador devolve a camiseta. Acho que não gostam do Santos”, brincou a presidente da FBT.


Texto: Márcia Alves |Fotos: Carlos Candido e Gisele Maia

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